Contrato de outsourcing dura 2-3 anos. Sair antes é caro e doloroso. Trocar fornecedor depois de 12 meses pode custar tanto quanto o ganho do primeiro ano. Por isso, a escolha inicial importa muito mais que o preço.

1. Equipe própria CLT vs agregador

Pergunte: "Qual percentual da equipe que vai me atender é CLT da sua empresa?" A resposta certa é "100%" ou pelo menos ">90%".

Empresas que dependem de freelancers ou subcontratados têm turnover alto, qualidade inconsistente e dificuldade de cumprir SLA. A equipe que aparece nas reuniões iniciais não é necessariamente quem te atende no dia a dia.

Na Pilar TI, todos os 90+ profissionais são CLT — você sabe exatamente quem trabalha no seu contrato.

2. SLA contratual real

Veja o contrato — não a proposta. Bons fornecedores têm:
• Métricas claras (tempo de resposta, MTTR, disponibilidade)
• Forma de medição transparente (ITSM com timestamps)
• Penalidade financeira proporcional por descumprimento
• Auditoria mensal aberta ao cliente

Cuidado com SLAs com cláusulas de exclusão amplas ("exceto em casos de força maior") que esvaziam o compromisso.

3. Período de transição estruturado

Bons fornecedores têm processo formal de 60-90 dias para transição. Pergunte:
• Há gerente de projeto dedicado à transição?
• Existe plano detalhado por semana?
• Como é feita a documentação do ambiente atual?
• Há shadowing (operação conjunta) com a equipe interna?
• Como é o cutover final?

Fornecedores que prometem "começar a operar em 1 semana" geralmente entregam mal.

4. Certificações e parcerias técnicas

Verifique:
Certificações da empresa: ISO 27001, ISO 20000, parcerias com AWS/Azure/GCP, Cisco/Aruba.
Certificações individuais da equipe: ITIL, CISSP, certificações técnicas de fabricantes.
Acervo CREA para projetos de infraestrutura física.

Certificações não garantem qualidade, mas a ausência delas é sinal vermelho.

5. Cases verificáveis

Peça referências de clientes atuais (não só ex-clientes). Bons fornecedores topam ligar para 2-3 clientes seus e você conversar. Se houver resistência ou só citações genéricas, desconfie.

Cases ideais: clientes do mesmo porte e setor. Pergunte: O que melhorou? O que piorou? Quanto tempo de transição? Faria de novo?

6. Foco no segmento

Fornecedor que atende todos os portes (do MEI ao BNDES) e todos os setores (público, privado, financeiro, indústria) tipicamente entrega menos especialização. Foco gera maturidade.

A Pilar TI opera exclusivamente com empresas privadas de médio e grande porte — o que nos dá agilidade comercial e processos otimizados para esse segmento.

7-12. Outros critérios essenciais

7. Cláusula de saída equilibrada: aviso prévio razoável (60-90 dias), multa proporcional ao tempo restante, plano de transição reverso.

8. Continuidade em caso de crise: plano testado de continuidade, redundância geográfica.

9. Compliance LGPD: DPO designado, processos formais, NDAs assinados com toda equipe.

10. Ferramentas: ITSM moderno, monitoramento profissional, painel ao vivo do cliente.

11. Reuniões de governança: mensais obrigatórias, com KPIs publicados.

12. Cultura de relacionamento: fornecedor que prioriza relacionamento de longo prazo (4-6 anos) vs venda agressiva.

Precisa de ajuda com isso na sua empresa?

A Pilar TI pode te ajudar a implementar o que você acabou de ler. Conversamos por 30 minutos para entender seu cenário e indicar o caminho — sem compromisso comercial.

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